Sarah McLachlan
Sarah McLachlan
Gênero(s):
Musical
Tipo:
Clipe
Visualizações: 169
Ano de Lançamento: 0
Não que precisasse, mas Sarah McLachlan está provando a quem quiser ver que seu lugar no mundo da música está garantido: seu aguardado sétimo disco, "AFTERGLOW", entrou direto no segundo lugar da parada da revista americana "Billboard". Na primeira semana, o público comprou 361.393 discos, mais de 100 mil a mais do que no lançamento do CD mais bem-sucedido de Sarah, "Surfacing". A primeira música de trabalho, "Fallen", seguiu o mesmo caminho de sucesso do disco.
Desde sua estréia em 1988, o cenário folk-pop criado por Sarah vem angariando um grupo cada vez maior de fãs, não apenas no Canadá, onde ela, sem dúvida, é uma estrela, mas também nos Estados Unidos e na Inglaterra. Cada novo álbum lançado, mostra o amadurecimento artístico e de compositora de Sarah McLachlan, que vem se firmando como uma das vozes mais importantes do segmento pop adulto.
AFTERGLOW é um momento histórico para esta vencedora de 3 Grammys, que já ultrapassou os 25 milhões de discos vendidos, além de liderar 3 vitoriosas turnês Lilith Fair. Segundo Jon Pareles, do New York Times, "As músicas de Sarah McLachlan giram em torno dos rompimentos de amantes que não conseguem desistir... Em baladas que soam como hinos e valsas serenamente melancólicas, ela filosofa a respeito do amor que dá errado e da vida solitária". A revista Rolling Stone elogiou a "linda voz de Sarah- flexível e exótica" e a chamou de "compositora competente... cercada por um grupo de ótimos músicos, que conseguem momentos marcantes de fervor orquestral em ´Stupid´ e uma onda de otimismo insuperável em ´Train wreck´.
O novo disco marca o retorno de Sarah quatro anos depois do último Lilith Fair e seis após seu disco anterior de estúdio, "Surfacing". Nos anos em que ficou longe dos holofotes, ela teve um bebê e na verdade, estava compondo as jóias que formam "AFTERGLOW". O disco mantém o som característico da compositora canadense, um folk-pop melódico, atmosférico, simples e limpo, graças à produção de Pierre Marchand. É a primeira coleção de canções que ela compõe no piano, ao invés do violão. Poucos artistas conseguem mudar sem deixar de ser eles mesmos com a consistência de Sarah McLachlan. Quem quiser comprovar só precisa ouvir canções como "Drifting", "Push" e "Dirty little secret".